Dr Homeopet
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Artigos por Dr Homeopet
Animais de estimação ajudam donos a enfrentarem momentos difíceis
16/05/12
Ter um animal de estimação traz benefícios aos seus donos. Até aí, não há novidade alguma. No entanto, um estudo publicado na edição de março do “Journal of Personality and Social Psychology” foi além e descobriu que conviver com um bichinho satisfaz a necessidade social tanto quanto estar com um melhor amigo humano.
A pesquisa passou por três diferentes etapas. Na primeira, estudou-se como ter um animal de estimação pode influenciar no bem-estar humano. Para isso, os pesquisadores fizeram uma série de perguntas comportamentais para donos e não donos de animais. O resultado já era de se esperar: as pessoas que possuíam um bichinho tinham maior autoestima, se exercitavam mais e tendiam a ser menos solitárias do que os demais.
Procurando sair do óbvio, os pesquisadores partiram para um segundo teste, apenas com os donos de cachorros: o quanto o animal poderia preencher a vida social. Foram repetidas as análises anteriores, mas adicionando perguntas da relação entre o dono e o cachorro, além da avaliação comportamental de ambos. Os resultados comprovaram que os cães que eram mais ativos, menos agressivos e de personalidade mais alegre eram melhores vistos por seus donos, trazendo bem-estar.
No terceiro estudo, os participantes foram induzidos a experimentar sentimentos de solidão e isolamento social ao descreverem situações negativas que passaram em suas vidas. Em seguida, foi pedido para que escrevessem sobre o animal de estimação e o melhor amigo, descrevendo as relações com cada um individualmente. Foi, então, descoberto que os animais podem compensar a negatividade de experiências de rejeição tão bem quanto um melhor amigo humano. Portanto, os animais podem ser grandes aliados em momentos difíceis, ajudando psicologicamente e fisicamente os seus donos.
Fonte: Acritica.com
Quer ter um pet bem educado? Confira as dicas
07/05/12
Educar um animalzinho não é tarefa fácil. Cães podem ser geniosos e ter reações inusitadas e antissociais ainda que tratados com atenção e carinho.
Na maioria das vezes, o problema é com os donos e não com os cachorros – explica o adestrador Pablo Weber, acrescentando que os humanos não podem perder de vista a noção de hierarquia canina. Todo cachorro pertence a uma matilha, e toda matilha deve ter um líder. Se o cão percebe que não há um líder, ele vai ser o rei do pedaço.
Veja algumas dicas:
- Entenda como seu cão pensa. Tente compreender do que cada raça precisa.
- Lembre que você deve ser o líder. Não deixe que ele faça o que quiser. Voz firme e postura correta são fundamentais.
- Recompense o bom comportamento do cão. Pode ser com comida, como biscoitos e ossinhos, ou em forma de carinho. Mas escolha o momento certo para recompensar o cachorro.
- É importante repetir os mesmos comandos várias vezes. Cerca de 80% do treinamento é repetitivo, enquanto os outros 20% são associativos.
- Não incentive maus hábitos. Não é porque determinada atitude é “fofinha” que o cachorro pode fazê-la.
- Combine com toda a família os comandos que vão ser ensinados ao cão. Combine também as regras da casa para que o cão não se confunda.
- Cuide do ambiente do cão. Ele é extremamente importante para sua saúde e comportamento.
Outra coisa importante é oferecer diversas experiências para estimular o cérebro e os sentidos do seu cãozinho. Exercícios físicos são fundamentais para não deixá-lo estressado e irritado, pois muitos cães ficam agressivos por causa da solidão.
Para um adestramento satisfatório, o ideal é que este processo tenha início a partir dos dois meses de idade, já que mudar um comportamento arraigado é sempre mais difícil. Mas não adianta começar o adestramento e parar, continue reforçando o aprendizado do cachorro durante toda a vida dele.
Lembre-se: cães agem segundo instintos. Não se deve tratar um cachorro como se fosse um bebê, por exemplo, ou esperar que ele aprenda tudo sozinho.
Fonte: Pet Rede
Aprenda a perder calorias levando seu cachorro para passear!
02/05/12
Você quer perder algumas calorias e não tem tempo de se exercitar? Sabia que você pode incluir alguns esportes no seu dia a dia em companhia do seu melhor amigo? Se você trabalha, vai para a faculdade ou escola, e durante o seu dia passa por diversos obstáculos, uma simples caminhada pode torná-lo uma pessoa fisicamente ativa.
Você tem um cachorrinho lindo e o ama muito? Mas, quando o assunto é passear com ele ou levá-lo para fazer suas necessidades você morre de preguiça? Então, comece a prestar atenção nos “dog walkers” ou “passeadores de cães”. Nunca percebeu que são magros e tonificados? Eles se beneficiam muito com esta prática e conseguem perder diversas calorias, além de definir membros superiores e inferiores.
Que tal tentar? Faça o aquecimento dos seus exercícios com uma caminhada acompanhado do seu cachorro, assim, você vai conseguir perder cerca de 200 calorias em apenas 30 minutos.
Mas, cuidado! Especialistas não indicam correr com cachorros. Se eles pararem abruptamente você pode sofrer um acidente. Por isso, caminhe com atenção e fique cada vez mais próximo do melhor amigo do homem. E, durante o passeio, não se esqueça da sua hidratação e da hidratação do seu cão.
Você pode fazer isso em qualquer lugar e tirar proveito de qualquer situação para manter a forma.
Fonte: Site Vírgula
Hipoglicemia em filhotes, um perigo sempre próximo
04/04/12

Os recém-nascidos são muito frágeis, e por isso, alguns cuidados são necessários para evitar problemas como a hipoglicemia, que é a queda drástica da quantidade de açúcar no sangue, causando o chamado “choque de açúcar”. A hipoglicemia é uma das causas mais comuns de mortalidade neonatal, problema que pode passar despercebido tanto pelo proprietário, quanto pelo profissional que cuida do animal.
Os filhotes possuem menor quantidade de precursores de glicogênio e menor capacidade de gerar ou usar outras formas de energia, mas em contrapartida, possuem maior necessidade de glicose. Desta forma, o aumento na demanda desta substância, ou a redução da ingestão de alimentos pode precipitar a hipoglicemia mais facilmente.
Durante o aleitamento, qualquer fator que interfira na qualidade ou na quantidade do leite materno destinado ao filhote pode provocar grande queda na taxa de açúcar. Nestes casos, deve-se utilizar como tratamento soluções de glicose por via oral, pelo menos enquanto a causa dos sintomas é pesquisada. Porém, as necessidades calóricas reais não são alcançadas por essas soluções glicosadas, e o ideal é estabelecer o aleitamento artificial com leite ou com substitutos indicados pelo médico veterinário.
Os sinais clínicos mais comuns da hipoglicemia incluem fraqueza e redução de atividades, choros constantes, diminuição da frequência cardíaca (bradicardia), dificuldade respiratória, convulsões e coma. Outros fatores que podem levar o açúcar a baixos (e críticos) níveis no sangue são os intervalos muito grandes entre as refeições, o estresse, frio, desnutrição e parasitas intestinais.

Um medicamento específico para filhotes, e que pode auxiliar na prevenção deste problema é o Homeopet Belfilhote. Ele não é um medicamento específico para o tratamento de hipoglicemia, mas é um forte aliado, já que aguça o apetite do animal e melhora o aproveitamento dos alimentos. O Belfilhote estimula ainda a imunidade, deixando seu filhotinho mais resistente a doenças.
Porém, a melhor forma de evitar a hipoglicemia é fornecendo pequenas quantidades de alimento, várias vezes ao dia. Agindo assim, você evita problemas e seu animalzinho vai crescer com saúde e muito brincalhão.
Cães x Chocolate
21/03/12
Na Páscoa o consumo de chocolate aumenta, e se nós podemos nos deliciar com este suculento alimento, por que nossos cãezinhos não podem? A tentação de fazer um agrado aos nossos amiguinhos é muito grande, ainda mais quando eles fazem aquela cara de “me dá um pedaço?”.

Chocolate pode intoxicar seu pet
Porém, é preciso ter muito cuidado com este tipo de alimento, pois o seu consumo é prejudicial aos pets. Existe até o risco de intoxicação, que pode ocorrer devido a um alcaloide chamada teobromina, presente em todos os tipos de chocolate. Para os seres humanos a ingestão do produto não faz mal à saúde porque a quantidade desta substância é pequena, mas para animais como os cães, que metabolizam mais lentamente o alimento, a teobromina pode causar intoxicação e outros problemas graves.
Geralmente, os efeitos da intoxicação são percebidos de seis a doze horas após a ingestão do chocolate, e incluem problemas digestivos (vômitos e diarreias), desidratação, excitabilidade, hiperatividade, tremores musculares, incontinência urinária, aumento do ritmo cardíaco e respiratório. Fases posteriores ao envenenamento por teobromina incluem também ataques epiléticos e até a morte.
Mas vale lembrar que cada animal reage de uma forma à ingestão do produto. Alguns sofrem de intoxicação aguda após consumirem grande quantidade deste alimento, mas o mais comum são as intoxicações crônicas, ocasionadas pela ingestão frequente de pequenas quantidades, já que a teobromina pode permanecer no organismo por até seis dias.
A quantidade necessária de chocolate para intoxicar um cão varia de acordo com o peso e tamanho. Animais de pequeno porte podem sofrer intoxicação com pequenas quantidades do doce. A intoxicação por teobromina é uma emergência médica, então, se houver suspeita de que o animal ingeriu chocolate, ele deve ser levado ao veterinário imediatamente. O tratamento é difícil e visa restabelecer as funções vitais do organismo de acordo com a sintomatologia que está ocorrendo, já que não existe antídoto para esta substância.




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